Essa é boa!
A empresa americana Embaixada Lunar teve sua licensa cassada pela Administração de Indústria e Comércio de Pequim. Isso não tem nada de interessante! O motivo da cassação é o que chama a atenção. A empresa vendia partes da Lua para cidadãos chineses há duas semanas. Segundo a globo on line, a empresa foi acusada de especulação, violação de normas estatais e "alteração da ordem social e econômica" - de acordo com o governo do distrito de Chaoyang. A empresa aproveitou a moda lançada pelo fato de dois astronautas chineses terem ido ao espaço e passou a vender um acre da Lua (0,405 hectares) por 37 dólares, o que permitia ao dono do terreno explorar sua superfície e também as camadas infeiores, até 3 km de profundidade. As vendas foram oferecidas nos EUA, Alemanha, Reino Unido, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Japão, além da própria China.
Segundo a Embaixada Lunar, a venda tramitava na legalidade, pois a ONU confima em seu tratado sobre Espaço Externo que nenhum governo pode dizer-se dono de um terreno na Lua, mas não fazia restrições a entidades privadas ou indivíduos.
Se já não bastasse a disputa acirrada por dinheiro e propriedades aqui na Terra, o foco agora é a compra de terrenos na Lua. O pior é ver que além de existirem os aproveitadores, sempre existem aqueles que caem no conto do vigário. Cada uma...

2 Comments:
Daqui a pouco vão querer fazer reforma agrária lá também.
MST/G: Movimento dos Sem Terra e Gravidade
9:23 AM
Hehehehe!! Essa foi boa anônimo!!
12:13 PM
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